quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Cegueira e Ignorância Tributaria



Antes de evoluirmos no assunto, precisamos entender o significado das palavras cegueira e ignorância.

No Dicionário Michaelis:

ce.guei.ra
s. f. 1. Falta de vista; estado do que é cego; incapacidade de ver.

ig.no.rân.cia
s. f. 1. Estado de quem é ignorante. 2. Desconhecimento. 3. Falta de instrução, falta de saber.

Entendido o significado, podemos afirmar com certeza que o dia em que a população entender e enxergar que o problema tributário ou custo brasil derivado dos impostos em cascata, “ Não ” é dos Empresários ou do Governo e sim da Sociedade e da forma como ela enxerga o problema, por que na formação do preço de venda dos produtos ou na planilha de custos de qualquer produto, estão inclusos todos os custos e impostos ou seja, quem paga é quem consome ou compra o produto, no mesmo principio de tributação das economias avançadas ( usamos aqui o exemplo dos EUA ) ... com uma única diferença, lá eles sabem disso e pagam o IVA ( Imposto de Valor Agregado ) a parte no momento do consumo dos produtos e serviços, aonde esta explicito e sai na nota ou recibo na hora da compra. Aqui no Brasil, esta no incluso preço e a gente não sabe disso e não enxerga !

Portanto só teremos uma reforma tributaria justa no dia em que a população entender que o imposto ou tributo é um problema da sociedade, do povo e não do empresário, a população na sua ignorância, pensa que o Empresário e o Governo são os vilões ... de fato os vilões ou melhor o vilão é o Governo, já os Empresários, esses também tem uma relação cega ou míope da situação, pois acreditam que eles são as únicas vitimas da carga tributaria e ai esta um grande erro, os Empresários devem sim, reclamar da falta de competitividade derivado da alta carga tributaria e não devem por isso apoiar seu negocio em planejamento tributário ou informalidade derivado de sonegação por julgarem serem vitimas da alta carga. Não devem esquecer de que na formação de preço de venda ou planilha de custos dos seus produtos, eles incluem e repassam os impostos e o custo brasil já mencionado ao preço de venda, portanto quem paga é o consumidor.

Neste contexto, o empresário tem que ter em mente que ele é apenas um repassador, um agente arrecadador de impostos e tributos, ou seja, ele apura e recolhe os impostos que foram inclusos no preço de venda.
Evidentemente esta cadeia de repasses de impostos deste do produtor na Matéria Prima, Transformador e Prestadores de Serviços envolvidos em todo o processo, cria a cascata de impostos, pois calcula-se um sobre o outro durante o processo e isto é um dos componentes do custo brasil .

Pense agora na inclusa de mais de 40 milhões de pessoas da classe C, D que passam a ter acesso a novas oportunidades de consumo e fazem isso de forma desenfreada em função da demanda reprimida de tantos anos ... vocês acham que o fisco ou os empresários esclarecidos estão preocupados com reforma tributaria ou redução de impostos ? Quem vai pagar a conta ?

Precisamos urgentemente esclarecer a população para acabar com a ignorância ou dar óculos para melhorar a visão do povo .

Bons Negócios,

Laecio Barreiros
L&Barreiros Controladoria

Fonte:http://www.linkedin.com/news?viewArticle=&articleID=517466261&gid=2022639&type=member&item=53618963&articleURL=http%3A%2F%2Flbarreiros%2Eblogspot%2Ecom%2F2011%2F05%2Fcegueira-e-ignorancia-tributaria%2Ehtml&urlhash=0Gwm&trk=group_most_popular-0-b-shrttl

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

EVOLUÇÃO da CARREIRA: destino ou escolha?

Colaboração: Ério Nascimento*

              Na minha trajetória profissional e acadêmica, tenho convivido com profissionais com importantes contribuições para as empresas em que trabalham, participando ativamente na execução das suas atividades e no desenvolvimento de projetos complexos.
Muitos destes profissionais têm demonstrado relevante competência, eficiência e comprometimento no planejamento, execução e controle sobre as suas áreas de gestão, com eficaz gerenciamento de recursos e objetivos que a eles são disponibilizados e cobrados pelas empresas.
            A questão que constantemente eu tenho colocado como reflexão é a de que estes mesmos profissionais não apresentam os mesmos resultados em relação aos seus projetos pessoais, adotando uma postura reativa e até mesmo descompromissada para o estabelecimento dos seus objetivos, com o planejamento e controle de ações que suportem o seu crescimento profissional, independente das iniciativas e desejos das empresas em que trabalham.
            Em oportunidades que estou envolvido em entrevistar executivos com 10 anos ou mais de experiência, uma das perguntas que freqüentemente eu faço é como as suas ações de capacitação ocorreram, de que forma eles buscaram por conta própria suprir algum conhecimento ou habilidade que necessitavam independente do programado pelas empresas em que atuavam.
            Atualmente eu já não me surpreendo mais com as dificuldades que alguns profissionais têm para contarem o que realmente fizeram por conta própria ou relatarem situações em que se anteciparam a sua chefia e propuseram participar de um curso, visitar outras empresas, envolver-se em projetos que estavam acontecendo em outras áreas da empresa.
            Em sala de aula, especificamente nos programas de pós-graduação em que muitos participantes enquadram-se no perfil de profissionais com mais de 10 anos de experiência, tenho perguntado a eles sobre quem tem em uma página, ou no máximo em duas, os seus objetivos para os próximos dois anos, sustentados com o mínimo de ações e estimativas de prazos que nortearão o gerenciamento da sua carreira e a conseqüente maior assertividade no alcance dos seus projetos profissionais e pessoais.
            Infelizmente as respostas não são ao nível das que eu recebo quando pergunto sobre o planejamento das suas áreas de responsabilidade nas empresas onde atuam ou de projetos que estejam coordenando.
            Hoje eu tenho a convicção de que não é por falta de conhecimento e experiência em planejar, coordenar e controlar um projeto, mas com certeza é a falta de uma atitude mais responsável consigo mesmo.
Se você entende que estas afirmativas são corretas, se você compartilha das mesmas idéias, provavelmente você encara o gerenciamento da sua carreira como uma escolha e não como um destino que de forma aleatória está sendo construído por alguém ou empresas, sem a sua análise, entendimento e comprometimento pessoal.

* Professor em programas de Pós-graduação da ESPM Sul
  Sócio consultor da NR Consultoria Empresarial
  Mestre em Administração - PUCRJ



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O que podemos aprender com Jobs.

Olá pessoal!
Dando continuidade ao vídeo postado anteriormente.
A dois dias o mundo perdeu uma das mentes mais brilhantes que tivemos o prazer de conhecer, isto mesmo conhecer. Parece que fomos íntimos, mas não fomos, sequer li sua biografia, mas quando falo em conhecer, falo do fato de que sem ele, muitos de nós para não dizer todos nós, que utilizamos o mínimo de tecnologia não teríamos tido a oportunidade de conhecer um PC, desenvolver raciocínios mais rapidamente, e principalmente este ambiente que compartilhamos não poderia ser criado, ou seja, só temos internet, sites, blogs, redes sociais, e outros ambientes que chamamos de virtuais, porque num determinado momento da vida, alguém sonhou algo, ou simplesmente acreditou que sua idéia poderia dar certo.
Steve Jobs, foi muito mais do que um nerd buscando criar algo, ele sonhou de verdade, e criou uma máquina que com a evolução natural das coisas, possibilitou que outras criações fossem sendo desenvolvidas, como por exemplo a internet.
E o que falar dos celulares com textos e imagens, e toda a mobilidade que ganhamos a partir de um passo, isto mesmo, um passo, dado por um jovem que junto de um amigo, numa garagem foi capaz de criar.
E eu as vezes me pergunto: o que este “cara” pode nos ensinar de verdade sobre o mundo corporativo? Acho que a resposta está em algumas partes do seu discurso histórico feito para formandos na Universidade de Stanford (texto abaixo), “você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim”, ou...
“Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz”.
E para o final algo como "Continue com fome, continue bobo."

Acredito que em nosso dia a dia corporativo, estamos sempre na busca de melhores resultados, uma geração de valor cada vez maior, uma ciranda onde tentamos sempre superar uns aos outros, quer seja através de uma fatia do mercado, quer seja pela posição de decisão e poder dentro das organizações, buscamos cada vez mais instrução, educação, títulos acadêmicos, aperfeiçoamento, mas muitas vezes esquecemos o principal, aquilo que realmente nos faz feliz profissionalmente.
Podemos até afirmar que alguns itens citados acima fazem parte da realização, mas sinceramente, acredito que o ser humano vem tentando criar ao longo do tempo, um universo de satisfação que venha superar aquilo que verdadeiramente ele não consegue atingir.
Penso que quanto mais “fome” tivermos, mais buscaremos nos aperfeiçoar e aprender, mas quando conseguirmos ser verdadeiramente “bobos”, conseguiremos algo que não está nos livros, nas academias, nem na internet. Falo da criatividade, da simplicidade, da objetividade e porque não dizer, da inocência.
Quem sabe, nossa relação com clientes, fornecedores e principalmente com nossos colaboradores precise ser revisitada, com a intenção de matarmos nossa “fome”, mas principalmente continuarmos sendo “bobos”.
Até a próxima!

Wanderson Garcia 

Discurso na Universidade de Stanford - Steve Jobs

Olá, acredito que este vídeo possa ser útil.
Para quem já viu, ouviu ou leu, nunca é demais rever e aprender, para aqueles que não conhecem o conteúdo, apreciem....



quarta-feira, 5 de outubro de 2011

10 lições para dar vida longa ao negócio familiar.

Apenas uma em cada três empresas familiares ultrapassa a terceira geração de seus fundadores. E, destas, apenas 30% chegam à quarta geração. Qual é o segredo? Talvez o mais importante deles seja a preocupação em passar às novas gerações a paixão pelas raízes e pelo próprio negócio. Como quem planta sementes, quem está no comando preocupa-se em formar sucessores cedo, quando eles ainda são meras crianças. Mas essa não é a única lição. Eis mais algumas: 

1 - Controle de caixa - Pesquisas internacionais revelam que apenas 5% dos negócios familiares continuam a gerar dividendos atrativos para os seus acionistas depois da terceira geração. A ordem é controlar o caixa com pulso firme 

2 - Seleção criteriosa - Jamais empregue alguém que não possa ser demitido. Os descendentes do fundador precisam acumular experiência no mercado e aprender a olhar a empresa da família não como uma herança, mas como um negócio 

3 - Crescimento limitado - Por mais eficiente que seja a empresa, dificilmente ela crescerá mais do que a família. Por isso, muito cuidado para não comprometer o negócio por transformá-lo em um cabide de empregos 

4 - Conflitos à parte - Estudo feito por uma consultoria internacional especializada em gestão de empresas revela que 65% dos casos de mortalidade decorrem de conflitos entre parentes. Por isso, é importante deixar os rancores do lado de fora dos portões da companhia 

5 - História passada a limpo - Procurar manter o vínculo dos descendentes com o negócio deve ser um exercício diário. Uma das formas de fazê-lo é estimular a participação dos herdeiros desde cedo na rotina da empresa 

6 - Valorização da essência - É indispensável passar às próximas gerações os princípios e os valores que nortearam a criação do negócio 

7 - Planejamento a longo prazo - Empresas só atravessam décadas de vida porque seus gestores estão sempre atentos aos rumos do mercado, aos movimentos da concorrência e às inovações tecnológicas 

8 - Aprender com os erros - A maioria da empresas familiares já passou por pelo menos um problema sério ao longo de sua história. Porém, é importante aprender com a história do negócio e tentar não repetir os erros do passado 

9 - Olho no futuro - A tradição é um grande diferencial, mas empresas devem ter os olhos voltados para o futuro, para não perder seu lugar no mercado 

10 - Sangue novo - É importante que cada geração que assuma o comando dê fôlego ao negócio e ao modelo de gestão, de modo que a empresa seja renovada e esteja preparada para enfrentar novos desafios 
 

Por Kátia Simões

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Liderança eficaz: além dos fatores comportamentais.

Colaboração: Ério Nascimento *

                 Tem me chamado atenção a grande quantidade de cursos, livros e palestras com o objetivo de desenvolver conceitos e habilidades de liderança a profissionais, independente dos seus estágios de carreira ou posições hierárquicas que ocupem nas organizações.
            O interesse pelo tema é constante em planos de treinamento de empresas que visualizam o seu crescimento com a efetiva participação dos seus gestores, bem como em dimensão igual por colaboradores ou executivos que vislumbram a importância do entendimento e aplicação de instrumentos que maximizem o processo de liderar as suas respectivas equipes e até mesmo os seus pares e superiores em projetos ou decisões relevantes.
            Habilidades de comunicação, negociação, empatia, motivação, entre outras, são itens freqüentes em cursos que objetivam a capacitação de gestores para que alcancem a eficácia na gestão de pessoas.
            Ao considerarmos os conceitos recentes de Competência, identificamos que a soma de conhecimentos, experiências, habilidades e atitudes fazem parte da maioria dos conceitos usualmente utilizados no meio acadêmico e empresarial, com ênfase naqueles que se direcionam para o comportamento do líder frente a pessoas e situações no seu ambiente de trabalho.
            Saber ouvir os seus liderados, saber entender as necessidades da equipe e saber mobilizar o time para superação de resultados, passou a ser moeda de alto valor no currículo de qualquer profissional que tenha a ambição de crescer dentro da empresa e obter reconhecimento positivo dos seus subordinados, pares e superiores.
Em complemento, entendo que outros dois fatores necessitam ser considerados como fundamentais no exercício eficaz da liderança, mas que na maioria dos cursos e palestras não são abordados com a mesma atenção em relação as habilidades comentadas anteriormente, ou seja: a influência da cultura da empresa e o processo de gerenciamento para o alcance de resultados.
Primeiramente, entendo que os ambientes de trabalho geram situações que podem favorecer alguns estilos de liderança e desfavorecer a aplicação de outros estilos.
Exemplificando, em uma empresa em que a cultura instalada é a do “dono”, em que as suas idéias, a sua forma de se relacionar e tomar decisões predomina sobre outras práticas, um gestor será visto como um líder diferenciado se tiver a habilidade de obter a confiança e respeito da liderança máxima, e a partir deste vínculo, conseguir se aproximar da equipe e direcioná-la para os objetivos da empresa e do crescimento pessoal dos seus integrantes.
Tive a oportunidade de conhecer um gestor com excelente desempenho em uma empresa, referenciado pelos seus liderados e superiores, e em razão desta performance superior foi contratado por outra organização para modernizar a gestão da empresa. Passados dez meses foi desligado porque não conseguiu ser referenciado como líder pela sua equipe e superiores. “O seu estilo era muito diferente do nosso”, esta foi a explicação que ele ouviu ao sair da empresa.
Portanto, insisto que é de grande importância o profissional conhecer os valores e práticas de gestão entre as pessoas no ambiente de trabalho e considerar o fator cultural como um item relevante na sua avaliação em relação a oportunidades profissionais.
O outro fator que costumo salientar refere-se ao que eu chamo de Processo de Gerenciamento, ou seja: liderar também é planejar, organizar, executar e cobrar. Apenas as habilidades comportamentais, no meu entendimento, não possibilitam o exercício pleno de liderança em um ambiente empresarial.
Alcançar resultados é condição de sobrevivência no ambiente de negócios, se o líder desenvolver apenas a capacidade de mobilizar, inspirar ou influenciar os seus liderados, mas atuar sem foco, com dispersão de recursos e como conseqüência obter resultados medíocres, nem os próprios liderados o seguirão.
Liderança requer uma soma de requisitos pessoais, que qualificam o profissional com habilidades comportamentais para um relacionamento eficaz com outras pessoas, integrados a valores e princípios validados pelos integrantes do ambiente da empresa e complementados pela eficiente capacidade de executar ações e superar resultados de forma organizada, com controle e domínio das atividades chaves que estão sob a sua responsabilidade.



* Professor em programas de Pós-graduação da ESPM Sul
  Sócio consultor da NR Consultoria Empresarial
  Mestre em Administração - PUCRJ


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Orçamento empresarial - uma ferramenta de gestão.

A velocidade com que o mercado e as organizações vêm se desenvolvendo após a abertura das fronteiras mercadológicas, acabou por gerar uma necessidade de qualificação da gestão em todas as suas áreas.
Os processos de gestão estão assumindo cada vez mais espaço dentro das empresas, principalmente no que diz respeito a necessidade de se estabelecer planejamentos que unam a estratégia empresarial, aos resultados financeiros capazes de propiciar a manutenção, evolução e a perpetuidade das organizações.
Diante deste contexto, muitas organizações buscam ferramentas capazes de gerar informações para a tomada de decisão, tanto para as ações do presente, mas principalmente para vislumbrar o futuro.
O orçamento é o instrumento capaz de propiciar a descrição de todo o plano geral de operações e/ou de capital de uma empresa, orientado por objetivos e metas propostos pela administração da empresa para um determinado período.
Portanto, o orçamento, independente da metodologia adotada, tem um papel fundamental dentro do contexto de planejamento, pois transforma os objetivos em metas claras, unindo toda a organização, possibilitando a mensuração periódica, facilitando assim as tomadas de decisão.
Acontece, porém, que aquelas organizações que ainda não possuem um orçamento devidamente estruturado, normalmente tem grande dificuldades para definir um modelo, ou se o define, faz com base em experiências de outras empresas, utilizando-se muitas vezes os mesmos processos de elaboração.
Este processo de “cópia” de uma estrutura já adotada, mesmo com adaptações, pode trazer alguns impactos negativos na gestão, principalmente por não considerar as características próprias da cultura da organização, e com isto gerar reflexos tais como:
* Criar nos administradores, a sensação de que a ferramenta não cumpre o papel de planejamento, execução e controle;
* Não contemplar todos os detalhes da operação;
*  Gerar informações distorcidas e afetar a tomada de decisão no futuro;
* Gerar cobranças por resultados que não se refletem a realidade da organização;
* Propiciar uma avaliação equivocada quanto ao trabalho de gestores.
Com isto, sempre se sugere que um primeiro orçamento seja, acima de tudo, um grande exercício de reconhecimento do negócio, identificando que tipo de visão a empresa vai querer gerar de seus resultados, como deverão ser interpretados seus dados, e fundamentalmente quem serão os efetivos gestores dos resultados.
Pense nisto!!!!
Até a próxima!!!